Segundo matéria publicada neste sábado (23) pelo jornal O Globo, alunos do 1º ao 3º ano do ensino fundamental de 80 escolas da rede municipal do Rio de Janeiro terão aulas, a partir do segundo semestre deste ano, de quatro religiões: católica, evangélica, espírita e afro-brasileiras.
A prefeitura já realizou concurso para a contratação de 100 professores de religião. O modelo será confessional, ou seja, voltado para cada credo. Até o momento, serão 45 docentes católicos, 35 evangélicos, dez espíritas e dez de religiões afro-brasileiras. Apenas os estudantes cujos pais deram autorização, durante a pré-matrícula, terão um tempo de aula por semana da disciplina. Para as outras crianças, haverá “educação para valores” (apresentação de temas ligados à ética e à cidadania) durante o período vago.
A iniciativa da Secretaria Municipal de Educação é consequência de uma lei, proposta pelo próprio Executivo, aprovada em outubro do ano passado pela Câmara e sancionada logo em seguida pelo prefeito Eduardo Paes. O texto criou a categoria de professor de ensino religioso nos quadros da rede, abrindo a possibilidade de concurso para até 600 docentes. A regra estabelece que os profissionais contratados “devem ser credenciados pela autoridade religiosa competente, que exigirá formação obtida em instituição por ela mantida ou reconhecida”. É exigido ainda nível superior com licenciatura plena, sem especificação de disciplina.
Supremo Tribunal Federal
O tema do ensino religioso também está sendo discutido no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Em 2010, a Procuradoria Geral da República entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a União e o Congresso, que ratificaram, através de decreto, o texto de um acordo firmado no governo Lula com a Santa Sé, dizendo que “o ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários das escolas públicas de ensino fundamental”.
Apesar de o mesmo texto do acordo ressaltar que “está assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição”, a procuradoria defende o ensino não confessional, de caráter ecumênico. A principal alegação é que o acordo com a Santa Sé fere a Carta Magna ao violar o princípio da laicidade do Estado. O processo ainda está em análise, tendo como relator o ministro Carlos Ayres Britto.
No Rio, o processo de aprovação da lei foi recheado de discussões. O texto original do Executivo acabou recebendo emendas. O presidente da Comissão de Educação da Câmara, Paulo Messina (PV), afirmou que, por ele, o projeto teria sido derrubado. Segundo Messina, o projeto surgiu de um acordo do prefeito Eduardo Paes com a Igreja Católica.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o prefeito informou que, para a elaboração do projeto de lei, “houve um entendimento entre diversas denominações, e a Igreja Católica foi uma das grandes parceiras da prefeitura”. A secretária de Educação, Claudia Costin, não quis se pronunciar sobre o assunto.
Defesa de religiosos
O bispo auxiliar e referencial para ensino religioso da Arquidiocese do Rio, dom Nelson Francelino Ferreira defendeu o modelo que está sendo implementado no município. Para ele a educação tem que estar voltada para o desenvolvimento integral do ser humano.
Dom Nelson acrescentou que, para os professores católicos da rede municipal, foi pedida formação em teologia. E completou, informando que será feito um acompanhamento paralelo para que haja uma formação ecumênica dos profissionais. “Estamos atentos para que o ensino religioso não seja usado como elemento de proselitismo. Não é catequese”, finalizou.
Já o coordenador do Observatório da Laicidade do Estado, da UFRJ, Luiz Antônio Cunha, é contra o ensino religioso confessional. Pra ele há uma espécie de desistência do Estado de assumir suas atividades pedagógicas ao transferi-las para instituições religiosas. “Os professores das escolas públicas são pagos por todo o povo, através de impostos, inclusive daquelas pessoas que não têm religião”.
Para o reverendo Daniel Rangel, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a medida da prefeitura vai ajudar a sociedade carioca a aceitar melhor a pluralidade de religiões. “Acho positivo, porque vai ensinar às crianças não apenas valores éticos ligados à sociedade civil, mas à religião. Vai ser uma oportunidade de a sociedade do Rio aprender a se relacionar com a pluralidade religiosa”.
Pela primeira redação da Lei de Diretrizes e Bases, que criou em 1996 as normas atuais da educação, o ensino religioso não poderia trazer ônus aos cofres públicos. Ou seja, a contratação de professores, por exemplo, era vedada. Em 1997, esse artigo foi retirado. Ficou determinado que estados e municípios estabelecessem suas normas, “assegurado o respeito à diversidade cultural e religiosa”.
Qual é a sua opinião sobre esse assunto? Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: O Globo
EU CONCORDO EM PARTE COMO ESTÁ ESCRITO NA CONSTITUIÇÃO FEDERATIVA BRASILEIRA NO ARTIGO 5° INCISOS VI, VII, VIII. EU TENHO UM LADO E DEFENDO SOU CRISTÃO. RELIGIÃO NÃO SALVA NINGUÉM O EVANGELHO SIM!
Bom que o aluno que escolher a religião afro-brasileira… já aprende uma macumbinha p/ passar de ano!
Eu não sou a favor do ensino religioso nas escolas, porque:
Se o professor for católico, vai puxar pro lado católico;
Se o professor for evangélico, vai puxar pro lado evangélico;
Se o professor for espírita, vai puxar pro lado espírita;
E assim sucessivamente…
Sou evangélico e contra o ensino religioso na escola.Religião se aprende dentro de cada instituição religiosa.Temos que respeitar quem não tem religião ou quem não teve sua religião alcansada por essa lei.Gostaria de ver todo mundo convertido ao evangelho de Jesus.Mais a palavra diz que não é por forsa nem por violencia mas pelo Espirito Santo de Deus.Espero que essa lei seja revista.
Não sou afavor do ensino religioso nas escolas. Essas quatro religiões como católica, evangélica,espírita e afro-brasileira vão confudir a cabeça das crianças. Isso é aprova de que o governo não está conseguindo oferecer um ensino de qualidade para essas crianças. A escola prepara a mesma para o mercado de trabalho ou seja era pra ser assim.
ESPERO Q SE LIMITE SOMENTE A ESSAS 80 ESCOLAS .SOU CONTRA VAI ABRIR BRECHA PARA OS ATIVISTAS GAYS ALIMENTAREM NOVAMENTE O KIT-GAY!RELIGIAO DEVE SER ENSINADA PELOS PAIS! QDO O STF SE MANIFESTOU CONTRA O ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS ESSE SITE INUNDOU DE COMENTARIOS CONTRA.ALGUMAS DECISOES DO STF SOU CONTRA,MAS ESSA DE TIRAR ENSINO RELIGIOSO DAS ESCOLAS SOU A FAVOR.MEU MARIDO É BACHAREL EM TEOLOGIA E SOU ESTUDANTE DE TEOLOGIA,ENTAO EU E MEU MARIDO TEMOS CAPACIDADE PARA ENSINAR NOSSOS 3 FILHOS .
O ideal é não misturar educação com religião. Concordam que se transferirem a religião para a escola, não haverá mais necessidade de se ter igrejas? Principalmente se a religião for o Cristianismo… Sou extremamente contra isso….
é melhor so católica e evangélica, pq vai confundir as cabeça das crianças o espiritismo
MELHOR ATÉ QUE O KIT GAY NAS ESCOLAS
TÁ CERTO,MELHOR APRENDER RELIGIÃO DO QUE TER ENSINO SEXUAL COMO NA MINHA ESCOLA!
Eu acho muito Boa esta iniciativa do Rio de Janeiro! Aula de Religião hoje não é de cunho proselitista nas escolas, mas sim para ajudar os nossos jovens a desenvolver um comportamento mais ético, espiritual, fraterno e cultural . desenvolvendo um pensamento Ecumênico. abordando temas como as Drogas, Aids, Aborto e o preconceito das mais diversas formas…o Professor tendo a sua Graduação em Teologia não teria problema algum.
Sempre a Igreja Católica, mexendo os seus pauzinhos para tirar um pouco do dinheiro público. Sempre detestei aulas de ensino religioso na escola: Todo ano era a tal “Campanha da Fraternidade”, da Igreja Romana. O Estado é laico, e as escolas não devem proibir a religiosidade de seus alunos, mas também não podem e nem devem tentar influenciá-la. Mesmo sendo evangélico, não vejo necessidade de ter um professor “evangélico” pago pelo governo, rezando segundo a sua cartilha, em sala de aula.
Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6
TOTALMENTE CONTRA A ESSE MOVIMENTO, QUE ELE SE LIMITE A APENAS ESSAS 80 ESCOLAS E DEPOIS SEJA EXTINTO. QUER EM DEUS, NO SENHOR JESUS TEM QUE SER ALGO LIVRE, PENSE COMO A ESCOLA ATRAVÉS DO GOVERNO INFLUENCIARAM E MUDARAM O CONTEXTO DE VÁRIAS COISAS… QUEM APROVA ISSO, ESTÁ PRECISANDO PEDIR MAIOR DISCERNIMENTO AO SENHOR JESUS.. ESTAMOS NOS ÚLTIMOS DIAS, E AINDA EXISTE CRENTE QUE NÃO PERCEBE O QUE ESTAMOS VIVENDO…
Penso que religião é um ensino que é de responsabilidade exclusiva dos pais. Na minha opinião é que a escola deveria ensinar “temas ligados à ética e à cidadania”. O Estado deve ser laico e defender a liberdade religiosa.
Nada melhor do que ter filhos matriculados em escolas privadas, onde quem decide essas questões são os pais e não o estado.
Sinceramente discordo dessa atitude do Prefeito, pois vivemos num país muito plural quanto à religião, portanto não podemos priorizar apenas quatro; e na verdade, ensino religioso, é função da família e das instituições religiosas, o Estado deve se preocupar com as questões pedagógicas.
Sou de parecer favoravel em parte: Isto porque só se ensinava o catolicismo como religiãonas escolas , hoje tem estás quatros, mas sou contrario que se faça apologia a alguma, tem que haver controle e respeiro um para com a outra religião, deixando que o aluno escolha o que seguir, o catolicismo pensa que eles são os unicos que obrigavam as pessoas confersarem o seu credo desde o ano 1500, mas ainda digo, só Jesus Salva e já preparou moradas para os seus fiés.
Religião é ensianda em casa, na igreja e não em escolas, principalmente em escolas públicas. Em escolas particulares é outra coisa.
sempre tive ensino religioso na escola e nunca foi imposto sobre os alunos uma fé de determinada religiao, apenas se fala de Deus. Onde eestá o erro em se falar de deus??
ou seria melhor substituir a a palavra de deus por aulas de sexologia entre outras coisas mundanas?
Hummberto,política e religião tm tdo a ver sim,vá mais fundo…,quanto ao assunto em quedtão,eu acho q vai cnfundir a cabeça das crianças,em um tempo um fala uma coisa;em outro tempo outro fala outra,as crianças tem q ser ensinadas no temor do Sr.naum aprender sbre religiões afro-brasileira,ou santos católicos etc.tem q conhecer somente á Deus.
Acho que escola não se mistura com religião, tendo as familias algum credo, que ensinem e leve seus filhos as referidas práticas e ensinamentos. Na escola somos TODOS iguais!!!
Não há necessidade de ensino religioso nas escolas,porque as igrejas e ceitas já fazem isso fora das igrejas,mas o governo esta fazendo isso para que o ensino nas escolas diminua e não vai precisar contratar mais professores para pagar salarios mais altos.Eu estudo e só tenho 4 aulas de matematica e portugues por semana,essas aulas de religiao deveria ser substituida por aulas mais importante que vá nos ajudar no mercado de trabalho mais tarde.
QUE BOM QUE OS GOVERNENTES ESTÃO SE PREOCUPANDO COM O ENSINO DA FÉ, POIS O MUNDO ESTÁ PRECISANDO MUITO DO EQUILÍBRIO QUE SÓ ELA PODE NOS DAR. ATÉ QUE ENFIM UMA BOA NOTÍCIA: CHEGA DE MATERIALISMO!
Continuando… 6) O tempo dedicado a cada disciplina é altamente insuficiente e a quantidade já é excessiva, recheada de porcaria; 7) Civismo nas escolas nem pensar, por que não voltar a ensinar ao indivíduo esses princípios? 8) Até quando o estado “laico” se deixará manobrar pelo romanismo? O que o prende dessa forma ao Vaticano? 9) Educação ensina cultura geral; religião ensina religião, através das suas comunidades ou famílias… 10) Teria ainda muito mais… POVO DE DEUS, É HORA DE REAGIR.
Olha o KPT-e+a trabalhando geeeenteee! Mais porcaria… 1) Ensino religioso deve começar no lar; 2) Por que a diferença numérica de professores: 45, 35,10, 10%? Discriminação ou favorecimento? 3) Quem autorizou a quem ecumenizar a religião? A quem interessa, senão a Roma? 4) Por que não ensinam a todos o mesmo proposto para os que não assistirão aula de religião, como educação para valores? 5) Por que não ensinam aos nossos universitários leitura e compreensão de texto? Tem mais…
Discordo,desse modelo de ensino relig. mesmo q disfarçadamente,incluam o evangélho na verdade a intençao do coraçao de lula e outros é defender o Ecumenismo .Querem na verdade inibir o crescimento do evangelho atravessando o coraçao das nossas crianças com falso ensino de religião na verdade Jesus ñ é religião ELE é a Unica Verdade.Estado ñ tem o direito de se introduzir,se meter,ñ lhe cab,a extratégia é essa;Crianças,q´´aprender nas escolas o ABC do catolicismo,candomble e etc.jamais irãoá igr
A minha opinião é que toda essa palhaçada de briga de evangélico com gay, de ateu com o Estado que não é laico coisa nenhuma, todas essas defesas de posições, essa enormidade de lixo que invadiu nosso país onde em cada esquina existe antagônicos debatendo sobre qual posição é a correta é só mais um obstáculo pra que nós não enxerguemos que esse país continua nos roubando os nossos direitos constiucionais mais básicos.
O problema do Brasil é uma classe social oprimindo e dando migalhas às outras!
ISSO E UMA DECISÃO DOS PAIS; ELES E QUE DEVEM ORIENTAR SEUS FILHOS
SOBRE ESSE ASSUNTO.ADULTOS SÃO INFLUENCIÁVEIS IMAGINA CRIANÇAS.
QUE O SENHOR PROTEJA NOSSOS FILHOS. AMÉM
Inacreditável nos dias de hoje, ainda ter ete pensando que algumas reliiões são influencias negativas. Pessoas são influencias negativas. Pessoas estragam as religiões no geral. Pessoas estragam tudo. Deus é um só! Seja no catolicismo, seja no igreja protestante, no espiritismo, no budismo, no umbandismo…
Religião tem de ser ensinada em casa e nos templos dos diversos segmentos religiosos. Nas escolas deve ser ensinado o saber para a vida prática.
Eu acho que não deveria focar nas religiões, não vai dar certo. Sou a favor do retorno da boa disciplina de Educação Moral e Cívica quem sabe nossas crianças melhorariam o comportamento!!!!!!!!!!
Escola não é lugar para ser ministrado ensino religioso.
QUERO PARABENIZAR O GOVERNO DO RIO, PELA VISÃO. A EDUCAÇÃO RELIGIOSA É PROVEITOSA. POR EXPERIENCIA PRÓPRIA O ENSINO RELIGIOSO CONTRIBUIU PARA MINHA FORMAÇÃO COMO CIDADÃO! O ENSINO RELIGIOSO MIM CONCEDEU FERRAMENTA NO ASPECTO DA MORAL E DA ÉTICA, VALORES QUE ME FEZ PERCEBER O QUE ERA CERTO DO QUE É ERRADO! SOBREVIVI NA MINHA JUVENTUDE E ESTOU SOBRIVIVENDO NA MINHA VIDA ADULTA.
Adeus estado Laico … é a pior coisa que se pode fazer em uma escola é estudar religiões . isso só serve para encher a cabeça dos outros.
O Estado é laico..
Ensino religioso deve ser ministrado em instituições de ensino religiosas.
Convicção religiosa é um sentimento subjetivo de cunho eminentemente pessoal.
O ESTADO NÃO DEVE METER O BEDELHO.
Sou contra isso.Quando se discute a religião na escola nunca dar certo sempre tem briga
Ensino religioso nas escolas estatais dá nisso. No Brasil todos são iguais perante a lei. Portanto, outros grupos religiosos também poderiam ter estes benefícios para seus adeptos. Não acho certo que o Estado se intrometa no ensino de religião. Também não acho certo que o Estado queira doutrinar nossas crianças em Ateísmo (teoria da evolução), nem queira doutriná-las no homossexualismo (Kit-Gay). Estado e Igreja têm funções diferentes. Cada um cumpra o seu papel.
Em particular caso tivesse um filho em crescimento e formação, estaria tranquila,minha única filha eduquei nos caminhos do SENHOR, e não foi por nada influenciada ao contrario influenciou, hoje maior de idade e graduada em 3º grau. Para o cristão que tem filhos nesta fase estão exposto a risco de influencias negativas, isto dependendo do que elas esteja recebendo em casa dos pais, a acriança acredita como verdade acabada aquilo que se aprende em casa com amor.
O Ensino confessional e proselitista fere o artigo 33 da LDB, motivo pelo qual as autoridades competentes deveriam, não inibir o Ensino Religioso nas Escolas, mas apenas tornar a laicidade possível também dentro das salas de aulas. Tanto o paradigma catequético como o teológico do Ensino Religioso estão ultrapassado e já foram a algum tempo suplantado pelo paradigma das Ciências da Religião, dessa forma, o profº, dessa área deve ter uma formação científica, desligado das Instituiçoes religiosas.