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Após decapitação, Estado Islâmico ameaça matar outros três reféns

Militante mascarado do Estado Islâmico segura homem que seria o jornalista americano James Foley, pouco antes de decapitá-lo. Grupo enviou mensagem ao governo americano afirmando que outro jornalista pode ser morto

Militante mascarado do Estado Islâmico ao lado do homem que seria o jornalista americano James Foley, pouco antes de decapitá-lo. Grupo enviou mensagem ao governo americano afirmando que outro jornalista pode ser morto

Além da decapitação do jornalista James Foley na Síria, numa ação que chocou o mundo, o Estado Islâmico ameaça matar outros três americanos caso suas demandas não sejam atendidas, informou nesta quinta-feira (20) o jornal “New York Times”, citando ex-prisioneiros, familiares e mediadores que tentam negociar a libertação dos reféns. Junto com os três americanos, o grupo extremista retém ainda cidadãos britânicos. Um dia após a divulgação do vídeo na terça-feira que mostra o assassinato de Foley, o Pentágono admitiu que forças americanas invadiram a Síria secretamente numa tentativa arriscada e infrutífera de resgatar o jornalista e outros reféns, na primeira incursão terrestre dos Estados Unidos no território sírio desde o início da guerra civil em 2011.

O grupo terrorista elencou uma série de exigências para a liberação dos estrangeiros, começando por recebimento de dinheiro e troca de prisioneiros, que inclui a libertação de Aafia Siddiqui, uma neurocientista paquistanesa com laços com a al-Qaeda atualmente presa no Texas.

A missão de resgate, autorizada pelo presidente Barack Obama com base nas informações da Inteligência dos Estados Unidos, ocorreu no início de junho. O governo da Síria negou nesta quinta-feira que a operação tivesse ocorrido dentro de seu território, apesar de não controlar grandes áreas onde o Estado Islâmico opera.

Autoridades americanas não deram detalhes de quando exatamente a operação foi realizada, mas disseram que não foi nas últimas semanas. A missão é a primeira que os Estados Unidos combatem em terra militantes do Estado Islâmico, visto por Obama como uma ameaça crescente no Oriente Médio.

Missão fracassa

As forças especiais dos EUA e outros militares, apoiados por helicópteros e aviões trocaram tiros com militantes do Estado Islâmico, vários dos quais foram mortos. Os reféns, no entanto, não estavam no local imaginado.

Lisa Monaco, assessora de contraterrorismo de Obama, afirmou em um comunicado que o presidente autorizou a missão porque sua equipe de segurança nacional havia avaliado que os reféns estavam em perigo.

O Conselho de Segurança Nacional disse na quarta-feira que nunca teve a intenção de divulgar a operação.

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Fonte: O Globo 

4 comentários

  1. manoel figueiredo disse:

    Amigos os radicais islâmicos são irredutíveis, por isso a solução é atacá-los antes que te matem. INFELIZMENTE ESSA É A REALIDADE!!

  2. HUMMMbertoh disse:

    Jo, vc tem toda a razão. Esses ímpios podem amar qualquer causa defendida pelo Malígno. Mas, mesmo sem dizer abertamente, odeiam a Cristo e aos cristãos.

  3. jo disse:

    certa vez ,a presidente da republica disse está havendo islãmofobia. é justamente o contrario.#no cristianismo cito: amar o proximo como a ti mesmo,amar os vossos inimigos.islamismo ensina o que???

  4. saul ramos de oliveira disse:

    Jesus já dizia: “… o mundo está no maligno…” Rev. saul

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