A empresa suíça Nestlé anunciou nesta segunda-feira (18) que decidiu recolher das prateleiras dois produtos refrigerados cujos testes deram positivo para a presença de carne de cavalo. As duas massas em questão, o Buitoni Beef Ravioli e o Beef Tortellini, são vendidas na Espanha e na Itália, informou a companhia por meio de comunicado.
“Quando informações sobre a fraude na embalagem de alimentos emergiu no Reino Unido, reforçamos os testes em produtos e matérias primas que usamos na Europa. E estamos, agora, suspendendo as entregas de produtos fornecidos pela empresa alemã H.J. Schypke, que é subcontratada de um de nossos fornecedores, a JBS Toledo N.V”, informou a Nestlé.
Segundo a Nestlé, testes apontaram a presença de mais de 1% de DNA de cavalo nos dois produtos que são fornecidos pela JBS Toledo, subsidiária belga do grupo brasileiro JBS. A empresa suíça confirmou que a carne vendida pela JBS é proveniente do fornecedor alemão H.J. Schypke. O nível de 1% foi estabelecido pela Food Safety Agency (FSA), a agência estatal britânica que lidera as investigações sobre a adulteração dos produtos, como porcentual de referência que indica se um produto sofreu fraude ou não.
A empresa suíça também avisou que vetou a comercializadação de uma de suas lasanhas congeladas (Lasagnes à la Bolognaise Gourmandes), que é vendida especificamente ao mercado corporativo na França. “Estamos melhorando nosso programa de controle de qualidade por meio da execução de novos testes de DNA em carnes antes do processo de produção na Europa”, disse a Nestlé.
Na última semana, o presidente da Nestlé, Paul Bulcke, afirmou ao jornal britânico Financial Times que o escândalo da carne de cavalo não havia afetado a empresa diretamente. “Nós controlamos nossos fornecedores cuidadosamente, e é lógico que quando algo como isso (o escândalo da carne de cavalo) acontece, intensificamos nossos processos. Mas o que tem a nossa marca não foi afetado”, afirmou o executivo.
A JBS Toledo é a subsidiária belga do grupo brasileiro JBS, presidido por Wesley Batista, com atuação focada no oeste europeu. A aquisição ocorreu em agosto de 2010, por 11 milhões de euros. A JBS Toledo tem forte presença no fornecimento de carne processada e cozida para mais de 100 clientes na Europa, sobretudo restaurantes, cozinhas industriais e grandes marcas de alimentos, como a Nestlé. Procurada pela reportagem do site de VEJA, a empresa brasileira não havia retornado o pedido de entrevista até a publicação desta reportagem.
O grupo JBS é o maior fabricante de carne processada do mundo, com receita líquida da ordem de 75 bilhões de reais em 2012, segundo estimou o próprio Batista ao jornal Valor Econômico, em dezembro do ano passado. O BNDESPar, braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é dono de 23% do grupo JBS.
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Fonte: Veja
odiar os governantes de esquerda. Assim como também odeiam a tucanada aos Petralhas.
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incrivel! sou do sul, e conheço pessoas que comem carne de cavalo, mas o que não esta certo é vender gato por lebre , vale a pena lembrar que consumimos produtos trangenicos! que são alimentos geneticamente modificados, todos os dias e venenos agricolas muito piores, a questão é: o cavalo não é de um laboratorio famoso mas os trangenicos são . porque são aceitos estes tipos de alimentos tambem??????!!!!!!!! Fiquem na paz < glorias a DEUS.
De acordo com a Bíblia, “TODA A CRIATURA DE DEUS É BOA”. O crente pode comer toda a criatura de Deus, desde que o faça com ações de graça e oração (1Tm 4:5 e 5). O problema é a fraude da indústria de alimentos, de vender “alhos por bugalhos”. As pessoas não aceitam carne de cavalo. Outra coisa são as modificações feitas em todos os alimentos(genéticas, vacinas, antibióticos, hormônios, defensivos agrícolas, etc. Está tudo isso lá no supermercado para nosso consumo, tudo contaminado.
O comércio é um dos maiores testes de fé para o cristão: a) o cristão não pode vender gato por lebre; b) não pode ter dois pesos e duas medidas; c) não pode sonegar; d) não pode subornar; e) etc. É difícil ser cristão verdadeiro? Não! É fácil ser honesto; difícil é sair da desonestidade!
enquanto o brasil exporta carne de 1ª , os mais espertos estão dando o que o brasil merece,pena que muitas das vezes não são os empressarios e os políticos que acabam comendo essas coisas ,mais sim os trabalhadores que precisam ter algo pratico e rapido para voltarem aos seus trabalhos…indignada.
Os países desenvolvidos ainda conseguem ter um certo controlo, e os países sub-desenvolvido como os países de África que não têm um controlo rigoroso estes produtos só passam, que Deus nos acuda!
Complementando meu comentário anterior. E multa? Não haverá? Vendem como se fosse 100% carne bovina,enganam consumidores e ficam por isso mesmo? Se fosse um ambulante numa barraquinha de cachorro quente irregular,já estaria o carrinho apreendido pela guarda municipal e agência sanitária. Mas como é uma gigante como a Nestlé,fica por isso mesmo.
Com o tempo,a falta de alimentos será mais evidente,não haverá alimentos para todos como hoje já não existe para as camadas mais pobres. Aos poucos,vão introduzir carne de cavalos,que é mais barata e mais acessível. Achou absurdo? Aquela história que os mais antigos dizem: Haverá dinheiro para comprar alimentos,mais não haverá alimentos para comprar.
A Nestlê é uma empresa do vaticano, logo…