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Muçulmanos se revoltam contra reeleição de governador cristão

"É proibido eleger um líder infiel" ou "Eu prefiro um líder muçulmano" estavam entre as frases mais divulgadas nos cartazes

“É proibido eleger um líder infiel” ou “Eu prefiro um líder muçulmano” estavam entre as frases mais divulgadas nos cartazes

A pressão islâmica dos partidos políticos sobre a igreja na Indonésia está consideravelmente mais forte por conta do incidente ocorrido contra o governador cristão Ahok. Desde que ele se candidatou à reeleição, a comunidade muçulmana está agitada. A informação é da ‘Portas Abertas’.

O governador foi acusado de insultar o islã e mesmo tendo se justificado, declarado sua inocência e até pedido desculpas publicamente, seu julgamento começou no dia 13 de dezembro. No último sábado (11), milhares de manifestantes muçulmanos foram às ruas protestar com cartazes ofensivos, pela terceira vez.

“É proibido eleger um líder infiel” ou “Eu prefiro um líder muçulmano” estavam entre as frases mais utilizadas. Apesar de ser réu, o candidato continua concorrendo às eleições que acontecem nesta quarta-feira (15), em busca de seu segundo mandato, embora a lei estipule que os líderes locais podem perder seus cargos se forem sentenciados à prisão de mais de cinco anos. Ainda não se sabe sobre a sentença de Ahok, pois o julgamento continua.

Pedidos de oração

Continue orando a Deus por um julgamento que favoreça Ahok, que foi acusado de blasfêmia injustamente. A história política da Indonésia mostra que as questões religiosas têm sido usadas pelos islâmicos radicais para atrair eleitores. Interceda pelas eleições que estão acontecendo na Indonésia e peça a Deus para proteger tanto Ahok quanto sua família. Que os indonésios votem com sabedoria.

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Fonte: Portas Abertas

2 comentários

  1. Evanio da silva lopes disse:

    Liberdade que eles pregam só servem nos países que eles querem morar e desfrutar da democracia, no país deles é ditadura religiosa e vale matar e dizer que é lei.

  2. Engraçado islâmicos matam cristãos e destrói seus lares ,não pede desculpas não se sensibiliza com mortes até de crianças, agora quer condenar um governador eleito pelo povo, e pelo sua convicção de fé um absurdo é crer num deus que usa seus fiéis para matar inocente esse nunca foi Deus.

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