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Elizete Malafaia

 

Mulher Vitoriosa

Elizete Malafaia

Pra. Elizete Malafaia é psicóloga, bacharel em teologia, terapeuta de família, conferencista e coordenadora do Grupo de Terapeutas Cristãos. Ver outros artigos da coluna: Mulher Vitoriosa
 
20/08/12 - 10:25
Por: Elizete Malafaia

Recuse a mentalidade de vítima

As pessoas que vivem com a mentalidade de vítima não conseguem alcançar seus objetivos, realizar-se profissionalmente, manter relacionamentos saudáveis consigo mesmas, com Deus e com o próximo. Enfim, nunca se sentem plenas e felizes.

A mentalidade e o comportamento de vítima constituem os principais obstáculos para um viver proveitoso. A pessoa que sempre se comporta como vítima acredita que seu destino é ser infeliz. Sua tendência é ver sempre o lado negativo de tudo, imaginar que o “sistema” está contra ela, buscar refúgio o tempo todo em “zonas de conforto” psicológicas, ou seja, espaços inferiores onde ela se instala na inação ou na passividade, seja por preguiça mental ou por comodismo.

Frases que frequentemente revelam uma mentalidade de vítima:

- “Por que isso sempre acontece comigo?”

- “Não é culpa minha.”

- “É culpa sua, dele(a), ou de Deus.”

- “Não posso fazer nada.”

- “Olhe o que você me fez fazer.”

- “A vida é realmente difícil para mim.”

- “Eu não fiz nada, e olha o que fizeram comigo.”

- “Nunca tenho tempo para mim.”

- “É o meu jeito; eu sou assim mesmo.”

- “Tive uma infância, uma mãe, um pai terríveis.”

- “Se você soubesse como eu sofri.”

- “Sempre acham que eu sou o(a) culpado(a).”

- “Só me faltava isso.”

- “Ninguém nunca reconhece o que eu faço.”

A pessoa que mantém a mentalidade de vítima é imatura emocionalmente e torna-se uma eterna insatisfeita. Isso acontece quando ela rejeita toda a responsabilidade por sua existência e suas decisões. Defino responsabilidade como a capacidade de encarar com inteligência, sabedoria, iniciativa, criatividade, coragem, determinação e amor tudo o que aparece em nossa vida.

Isso porque a maior liberdade da qual podemos desfrutar é a escolha dos nossos pensamentos e das nossas atitudes em todos os momentos. Recusar essa escolha é sujeitar-se ao papel de vítima. Assumi-la plenamente é abrir o seu ser para o crescimento interior, tornando-se maduro emocionalmente e aceitando a possibilidade de ser feliz consigo mesmo, com Deus e com o próximo.

As Escrituras nos incentivam a sermos otimistas, alegres e perseverantes, mesmo em momentos de adversidades, como está escrito em Tiago 1.2-5:

Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações, sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada.

Na Bíblia há exemplos maravilhosos de homens e mulheres que foram otimistas e assumiram a responsabilidade de serem felizes, como Josué e Calebe, José, Daniel, Débora, Ester Abigail, Rute e Noemi, Paulo, Tiago, Pedro e Jesus. Todos entenderam a importância de viver com coragem, fé, amor, determinação e propósito e adotaram essa postura, superando e vencendo os obstáculos sem tornarem-se vítimas. Faça o mesmo e seja feliz!

 

8 Comentários

  1. quesia disse:

    uma benção do ceu

  2. Valéria disse:

    É incrível como essas palavras me tocaram. Me descreveu totalmente, são frases que fazem parte do meu cotidiano, e talvez por isso, não consigo seguir em frente. Muito obrigada pastora/psicóloga, precisava ler isso para acordar e sair da zona de conforto, aproveitar as oportunidades escancaradas na frente, estudar mais, e parar de me autossabotar. Que Deus continue lhe usando.

  3. jhonatan disse:

    muito boua essa palavra.. os melhores psicoologos são aqueles, q são cristãos……. meu sonho é ser psicoologo

  4. Rodrigo disse:

    Conselhos sábios da Pastora Elizete.Que DEUS possa conceder mais palavras edificantes em seu ministério para ajudar as pessoas.Eu estou numa fase muito parecida,sempre fui dependente do meu pai,quando ele faleceu me senti perdido,sem saber o que fazer da vida,me coloquei numa posição de vítima,falava que estou vivendo uma dificuldade por que eu dependia do meu pai pra tudo.Agora isso esta mudando,louvado seja DEUS!

  5. Carla disse:

    Muitos bons conselhos Pastora Elizete, e aprender sempre nos faz crescer como pessoa. Realmente se fazer de vítima é se estabelecer numa região de conforto.

  6. Isaac disse:

    Muito bom, obrigado por seus ensinamentos Pastora.

  7. Cláudia Lima disse:

    Gostei do tema abordado!!!
    Falou muito comigo. Amém!!!
    ;)

  8. Michel Lima disse:

    Muito bom!
    Quem é bom em dar desculpas, não é bom em mais nada.
    `

 
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