Ânimos exaltados e tumulto. Esse foi o clima da audiência pública marcada para discutir projeto de lei do deputado João Campos (PSDB-GO), nesta quinta-feira (28), que pretende rever uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe que psicólogos emitam opiniões públicas ou tratem a homossexualidade como um transtorno.
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) se recusou a participar da audiência pública e discutir se psicólogos podem ou não tratar pacientes gays que queiram reverter sua orientação sexual. O CFP afirmou, em manifestação por escrito distribuída na audiência, que sua ausência se deveu à forma, segundo eles, “antidemocrática” de condução do debate, afirmando que a maioria dos convidados a participar da mesa eram favoráveis à suspensão da resolução.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) também não compareceu à audiência, e não mandou manifestação. “O convidado, ao se negar a comparecer, contribui para que não se estabeleça o contraditório. Quando se estabelece um espaço democrático para a discussão, fogem”, afirmou o deputado João Campos.
Durante a audiência, defensores da proposta argumentaram que a resolução é discriminatória, já que não permite que uma pessoa que queira tratar a homossexualidade busque ajuda de um profissional.

"Profissional que insistir em tratar homossexualidade sofrerá processo", afirmou presidente do CFP
“Um dos princípios básicos da ética médica é a autonomia do paciente, ele tem direito de buscar o profissional que quiser. A resolução veda que o psicólogo atenda o homossexual que queira se tratar – é como se o paciente homossexual fosse um cidadão menor. Pode ser que ele seja assim em função de violência na infância, confusões… mas ele não pode buscar tratamento”, afirmou Campos.
Já os parlamentares e manifestantes pró-resolução afirmaram que oferecer tratamento para orientação sexual é uma atitude preconceituosa. “No limiar da questão do que é tratar de alguma coisa, temos que tomar muito cuidado para não virar uma ação de discriminação. É uma questão de direitos humanos e de escolha democrática”, afirmou o deputado Ivan Valente (PSOL-SP).
Tumulto
A audiência foi marcada por intensos debates e tumulto entre os parlamentares, a psicóloga Marisa Lobo (que é alvo do Conselho Regional de Psicologia do Paraná por, segundo o órgão, associar psicologia e religião nas redes sociais) e manifestantes pró e contra a proposta.
A psicóloga, que é evangélica, afirmou ser vítima de perseguição ideológica e “cristofobia”. “Ser cristão não significa que somos alienados, ignorantes”. Ela se manifestou após os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Erika Kokay (PT-DF) deixarem a sala por considerarem que o assunto não poderia ser debatido pela Câmara. “Eles não querem debate. Chegam, dão show e vão embora”, afirmou Marisa.
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que foi chamado por presentes de “idiota”, criticou aos gritos o governo federal por projetos como a “cartilha gay”, do Ministério da Educação. “São covardes que emboscam crianças nas escolas. Por que o Haddad não decola em São Paulo? Porque é o pai do kit gay!”, afirmou. Ele não chegou a comentar a resolução.
Outro momento crítico aconteceu quando o presidente da mesa, deputado Roberto de Lucena (PV-SP), que é pastor, mandou que fossem retirados da sala cartazes com os dizeres “Marisa Lobo, cure minha heterossexualidade”. Parte do público também foi retirada quando o manifesto do CFP começou a ser lido em coro.
‘É proibido oferecer cura da homossexualidade’
Em uma breve entrevista ao site da Folha, o presidente do CFP, Humberto Verona, disse que o profissional que insistir em tratar homossexualidade sofrerá processo ético.
Segundo Humberto Verona, a resolução está dentro do poder regulamentar do CFP, pois é da “competência do conselho fazer toda a regulamentação da profissão no Brasil”. “É proibido oferecer cura da homossexualidade”, diz presidente do CFP.

Marisa Lobo afirmou ser vítima de perseguição ideológica e “cristofobia”
‘Se for o desejo do homossexual mudar, vou ajudar’
Evangélica, a psicóloga Marisa Lobo, explicou em entrevista ao site da Folha o porque é a favor do projeto de lei do deputado João Campos (PSDB-GO).
Questionada sobre a possibilidade de tratar a homossexualidade, Marisa disse que é possível atender o sofrimento psíquico. “Eu não falo em tratamento. É possível uma pessoa buscar ajuda psicológica para mudar sua opção ou orientação”. ”Não estou tendo preconceito. Homossexual que se aceita tem mais é que ser feliz do jeito que ele escolheu, e que lhe sejam garantidos todos os direitos. Mas e esses que procuram ajuda, que não se aceitam?”, questionou a psicóloga.
Para Marisa a opção sexual não é uma escolha consciente, mas inconsciente. “Se for de livre e espontânea vontade, as pessoas têm o direito de buscar orientação para reverter. Se for o desejo dele, vou ajudá-lo”, disse.
A reportagem também a questionou se a sua religião a influenciava. “De jeito nenhum. Me converti há 12 anos, me formei há 16 e já pensava assim”, declarou Marisa.
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Fonte: Folha
Mais um a vez vemos a palhaçada que vivemos, agora querem interferir na profissão dos psicólogos.
querer interferir num possível tratamento de um homossexual que quer ter sua vida heterro de volta é uma palhaçada.Nosso páis pela lei é livre e se a pessoa quer buscar ajuda seja em qualquer área de sua vida isso só diz a respeito dela.
Quero crer que todo desvio da normalidade, toda aberração, é causado por possessão de demônios. E nesse estado a vítima dos demônios tende a defender a ação demoníaca e arranjar argumentos para sua depravação. É por isso que Gays e Lésbicas agem como inimigos da verdade. Somente orações de intercessores poderão libertar tais pessoas dos demônios, para que tais pessoa possam crer e se converter.
Qualquer pessoa é livre para buscar ajuda pisicologica, a medicina não comprovou que niquem nasce gay, gay é comportamental
é no minimo um absurdo querer tirar das pessoas o direito de decidir o que é melhor pra si mesmo
o pisicologo pode ajudar alguem a se acaitar gay mais alguem voltar a ser étero não?
estes ativistas não querem privilégio pra classe a questão é pessoal mais eu acredito nos politicos
isso é nosso direito e eles são inteligentes
Há tanta coisa desumana, anti-família, impura, etc, etc, que se fosse feita uma consulta popular em todo o Brasil, esses parlamentares iriam entender o quanto estão astronomicamente distante dos verdadeiros anseios de seus eleitores. Talvez até entendam um pouco, mas e daí? Já estão eleitos. E o povo sofrido? Ah, o povo que continue alimentando novas expectativas para os próximos ou os mesmos devoradores de votos às custas de promessas de “verdadeiramente representar os interesses da nação”.
Na hora de se debater idéias para que a verdade surja que vemos os mentirosos fugirem, covardes e mentirosos que se apoiam e pesquisas fraudulentas de pedófilos como Kinsey. Ou em fabulas que procuram querer estabelecer fatos sem nunca serem ou terem sido constatadas ,tais mentiras como Gene Gay, ou que o ser humano nasça gay .Ser hetero é o normal que se espera de um ser humano o que sair disso com certeza não é normal e deve-se ter e garantir o direito dessa pessoa ser tratada caso ela queira.
Há pessoas buscando e encontrando ajuda médica para mudar de sexo, por que negar a um homossexual esse mesmo direito se não quiser continuar homossexual? Conheço vários que lutam para sair dessa condição, esses devem ser ajudados.
DAVI NAO E DISTURBIO NAO A CIENCIA JA ASSEGUROU ISSO
ALCERIO HAHAH IM POR UMA CONDIÇAO QUE JA LHE PERTENCE ESSE PROJETO SERVE PARA O CONTRARIO POR NACABEÇA DA PESOA ATRAVES DE UM ASSEDIO RELIGIOSO QUE A PESSOA NAO E GAY O QUE NAO E VERDADE
É tempo de nos manisfestar como luz, e isso está acontecendo e incomodando quem quer manter-se nas trevas.
Interessante que mesmas pessoas que querem “incentivar e ajudar ” pessoas a resolverem seus conflitos pessoais aceitando esta orientação anti-natural não querem permitir que outros tantos
que querem vencer este comportamento anti-biblico procurem ajuda dos mesmos psicologos
e profissionais e também o apoio nas sagradas escrituras . Deus tenha misericórdia e toca nestes
corações cauterizados pelo pecado….
Quanta intolerância e antidemocracia. A Resolução do CFP adverte para não prestar serviço não solicitado, mas se for solicitado ajuda e tratamento para este desvio psicológico, é claro que o Psicólogo, Psiquiatra ou qualquer profissional dá área ou qualquer cristão esclarecido podem e devem ajudar estas sensíveis criaturas de Deus.
Essim que fazem os cristofóbicos, gritam berram, fazem baderna e fogem por sete caminhos , porque eles não tem argumentos. Esse tal presidente do cfp tem que ver que esse conselho não está em um país de ditadura, é democrático e todos tem a liberdade de acordo com a carta magna, e que o códico do cfp não está acima da constituição.
Alguem avisa pra esses ingnorantes que a Mrisa Lobo não pode curar a heteroxesualidade porque é natural o indivíduo sentir atração pelo sexo oposto.
O mais absurdo é que se alguém procurar ajuda psicológica para mudar de sexo pode, agora deixar de ser gay não, sendo que não tem nenhum fato científico que comprovem que nasceu gay. Peço a todos aqui que não fiquem quietos, se os gays consegue as coisas na pressão nos precisamos nos manifestar. Não é o barulho dos maus que me assustam mas sim o silêncio dos bons.